O quase conto de minha infância perdeu o sentido no mundo atual. A madrasta não é mais, como fora, substituta da mãe desaparecida para sempre. Agora, os casais se separam com uma frequência inusitada, razão para se ter outras formas de parcerias conjugais. A família mudou, há novas mães e novos pais, filhos e enteados. Sendo assim, por vezes a constelação parental cresce, fica enorme, com mulher e ex-mulher, marido e ex-marido, filhos de um e filhos de outro. Todos num grande convívio. Tudo isso sem falar de avós e avôs. E a figura má, odienta, da madrasta desapareceu no tempo e no espaço. Já nem acho mais graça nas cerimônias de casamento, porque penso, no mais das vezes, que de pouco serve a benção do sacerdote, os acepipes da rUma outra história do fabulário em geral, é aquela da formiga e da cigarra. A primeira guardando o que podia para os dias de falta, para o inverno, sobretudo e a outra sem se incomodar com o porvir das coisas, cantando e se deleitando com a melodia. Até que a carência alimentar se instala e a precavida formiga tem que atender aos reclamos da desesperada cigarra. A narrativa tinha a valia de lembrar à criançada a importância da economia. Por isso recebi de minha mãe um cofre de metal polido com a inscrição: “A economia é a base da prosperidade”. Não consegui ser rico – não desejo isso -, mas tenho sido ao longo da vida contido com os meus recursos financeiros, parcos sempre. Nego-me a gastar por consumo apenas, sou daqueles que calculam o benefício de um bem.
Bom! Entrou por uma perna de pinto, saiu por uma perna de pato, senhor rei mandou dizer que contasse cinco.(*) - Crônica de uma semana que vai findando e contabilizando atividades mil; atividades de lançamento de meu livro e atividades do centenário de meu pai. Estou, verdadeiramente, em pandarecos. Acordei antes das galinhas e antes que o galo anunciasse a finitude da madrugada ou o nascer do sol. Vou, como disse o poeta, "Danado pra Catende/Com vontade de chegar..." Isto é, para Aldeia. O texto vai oferecido a minha prima Luciana, avó e contadora de histórias infantis. Comente no espaço do Blog ou para pereira@elogica.com.br ou ainda para pereira.gj@gmail.com
Maravilha o seu cantinho.
ResponderExcluirClicando daqui, clicando dali, cheguei até você.
Gostei do seu espaço.
Certamente voltarei mais vezes.
Convido a conhecer FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER... em http://www.silnunesprof.blogspot.com
Saudações Florestais !
Acabei de assistir a sua participação na sexta cultural. Foi assim que soube de seu blog e passo a segui-lo.
ResponderExcluirDei boas risadas com as citações das histórias pitorescas.
Abraços,
Lou
Lou
ResponderExcluirInfelizmente não tive acesso a seu e-mail, razão para deixar de lhe responder diretamente. Gostaria de tê-lo, até com a intenção de divulgar as atualizações semanais.
Grato pela audiência ao programa. A sexta cultural do Opinião Pernambuco é um espaço muito visto e pelo geral conta com uma interação com o telespectador muito valiosa. Trata-se, como nota, de uma produção local do melhor nível.
Prezado Geraldo:
ResponderExcluirFique à vontade para cadastrar o endereço: louvilela@hotmail.com. Será um prazer tomar ciência das novidades.
Abraços,
Lou
Vi o programa sexta cultural, juntamente com o meu esposo, Woy, e filha,Luciana. Amamos. Muito boa a sua participação. O seu blog é sucesso, alto nível.
ResponderExcluirVi o programa sexta cultural, juntamente com o meu esposo, Woy, e filha,Luciana. Amamos. Muito boa a sua participação. O seu blog é sucesso, alto nível.
ResponderExcluirGera,voce sim, é o cara. Beijos da pessoa que junto a voce assistiu e assiste a todos os voos da nossa adorada prole.
ResponderExcluirzaina
Recomendo que leia em O PROFETA de Khalil
ResponderExcluirGibran, filosofo libanês, o poema que fala dos filhos. É lindo e interpreta o seu sentimento de ver a filha partir. Atenciosamwente, médico escritor William Moffitt Harris, da SOBRAMES(BR, CE, PE, RS - separatista e dissidente da SOBRAMES-SP)
Mande-me seu endereço postal; quero lhe enviar uns livros