(*) – Uma crônica irônica com os meus desassossegos nos negócios, nas compras sobretudo. Com satisfação ofereço o texto ao nobre casal que em Aldeia, tantas vezes, nos tem feito companhia: Fátima e Roustaing. Ele orientador nessas questões do 3G, mas sobretudo um perito policial capaz de elucidar tanta coisa errada em meu nome. Comente o leitor, por favor e obséquio, no espaço mesmo do Blog ou para os e-mails: pereira@elogica.com.br ou pereira.gj@gmail.com
Espaço para a publicação de crônicas.Uma página especialmente dedicada à poética dos sentimentos e à prosa das lembranças. Mas também um lugar virtual para a reflexão, para a discussão de ideias e de ideais.
sábado, 24 de outubro de 2009
Pedra na Cruz
(*) – Uma crônica irônica com os meus desassossegos nos negócios, nas compras sobretudo. Com satisfação ofereço o texto ao nobre casal que em Aldeia, tantas vezes, nos tem feito companhia: Fátima e Roustaing. Ele orientador nessas questões do 3G, mas sobretudo um perito policial capaz de elucidar tanta coisa errada em meu nome. Comente o leitor, por favor e obséquio, no espaço mesmo do Blog ou para os e-mails: pereira@elogica.com.br ou pereira.gj@gmail.com
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Uma Sociologia do Parque
Hoje não, há um culto ao corpo e a malhação tomou conta dos jovens, dos amadurecidos no carbureto dos anos e dos incluidos, agora, na chamada terceira idade, às vezes até terceirizados, pra usar o linguajar da pós-modernidade. Nos ambientes abertos, pra tanto preparados, anda-se, loucamente, corre-se ou pratica-se a ginástica das perdas de calóricos e bem degustados manjares. No Parque da Jaqueira, por exemplo, há um batalhão de pessoas caminhado pela pista de Cooper, no sentido anti-horário, a maioria, como se estivessem, também, contestanto o passado e do jeito que segue o relógio, poucos, rigorosos com os princípios e os tempos, imagina-se. Faz gosto reparar nos trajes e prestar atenção às conversas ou entender sentimentos expostos, naquele ponto verde que se insere na selva de pedra do Recife.
a parada obrigatória no estabelecimento do “Baixinho”, uma carroça, na verdade, com laranjas mimo e exemplares do fruto com o sobrenome de outro, a pêra. Ele e a mulher atendem à clientela com presteza, descascando e cortando, recebendo o Real e fazendo projetos.
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